Decadente
Não falo,
não ando,
não vejo.
Sossego e absorvo o sentimento de tudo,
me torno sensível ao mundo e
com as mãos de um poeta eu descrevo a dor do que deixa de ser um mundo.
E se torna mal, desconhecido, se decai junto a mim,
curva-se diante de todo o universo e abre os olhos para o medo...
E eu continuo aqui, sempre aqui...sem voz, sem sentido,
apenas sentimdo o sofrimento covarde,
sem saber amar, refletindo em mim,
o poder de não ter aquilo que se pode ter.
Não sou o que eu não quero ser, sou somente o que me convém,
e tudo o que me convém é o não poder.
não ando,
não vejo.
Sossego e absorvo o sentimento de tudo,
me torno sensível ao mundo e
com as mãos de um poeta eu descrevo a dor do que deixa de ser um mundo.
E se torna mal, desconhecido, se decai junto a mim,
curva-se diante de todo o universo e abre os olhos para o medo...
E eu continuo aqui, sempre aqui...sem voz, sem sentido,
apenas sentimdo o sofrimento covarde,
sem saber amar, refletindo em mim,
o poder de não ter aquilo que se pode ter.
Não sou o que eu não quero ser, sou somente o que me convém,
e tudo o que me convém é o não poder.
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